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Mulher Perdigueira


Postando um texto que não é meu, mas relata as coisas do jeito que eu penso.


"Quero uma mulher perdigueira"

OBRA: Mulher Perdigueira
AUTOR: Fabricio Carpinejar


Meus amigos reclamam quando suas namoradas o perseguem. Lamentam o barraco do ciúme, a insistência dos telefonemas para falarem praticamente nada, o cerceamento dos horários.
Sempre as mesmas tramas de tolhimento da liberdade, que todos concordam e soltam gargalhadas buscando um refúgio para respirar.
Eu me faço de surdo.
Fico com vontade de pedir emprestada a chave da prisão para passar o domingo. Acho o controle comovente. Invejável.
Não sou favorável à indiferença, à independência, ao casamento sartreano. Fui criado para fazer um puxadinho, agregar família, reunir dissidentes, explodir em verdades. Duas casas diferentes já é viagem, não me serve.
Aspiro ao casamento pirandelliano, um à procura permanente do outro. Sou um totalitário na paixão. Um tirano. Um ditador. Não me dê poder que escravizo. Não me dê espaço que cultivo. Não me eleja democraticamente que mudo a constituição e emendo os mandatos.
Quero uma mulher perdigueira, possessiva, que me ligue a cada quinze minutos para contar de uma ideia ou de uma nova invenção para salvar as finanças, quero uma mulher que ame meus amigos e odeie qualquer amiga que se aproxime. Que arda de ciúme imaginário para prevenir o que nem aconteceu. Que seja escandalosa na briga e me amaldiçoe se abandoná-la. Que faça trabalhos em terreiro para me assustar e me banhe de noite com o sal grosso de sua nudez. Que feche meu corpo quando sair de casa, que descosture meu corpo quando voltar. Que brigue pelo meu excesso de compromissos, que me fale barbaridades sob pressão e ternuras delicadíssimas ao despertar. Que peça desculpa depois do desespero e me beije chorando.
A mulher que ninguém quer, eu quero. Contraditória, incoerente, descabida. Que me envergonhe para respeitá-la. Que me reconheça para nos fortalecer.
A mulher que não sabe amar recuando e não tolera que eu ame atrasado. Que parcele em dez vezes seu dia, que não pague a conversa à vista na hora do jantar, que não junte suas notícias para contar de noite como um relatório. Admiro os bocados, as porções, as ninharias. Alegria pequena e preciosa de respirar rente ao seu nariz e definir com que roupa vou ao serviço.
O amor é uma comissão de inquérito, é abrir as contas, é grampear o telefone, é cheirar as camisas. É também o perdão, não conseguir dormir sem fazer as pazes.
O amor é cobrança, dor-de-cotovelo, não aceitar uma vida pela metade, não confundi-la com segurança. Exigir mais vontade quando ela se ofereceu inteira. Enlouquecê-la para pentear seus cabelos antes do vento. Enervá-la para que diga que não a entende. E entender menos e precisar mais.
Quem aspira ao conforto que se conserve solteiro. Eu me entrego para dependência. Não há nada mais agradável do que misturar os defeitos com as virtudes e perder as contas na partilha.
Não há nada mais valioso do que trabalhar integralmente para uma história. Não raciocinar outra coisa senão cortejá-la: avisá-la para espiar a lua cheia, recordar do varal quando começa a chover, decorar uma música para surpreendê-la, sublinhar uma frase para guardá-la.
Sou doido, mas doido varrido. Bem limpo. Aprendi a usar furadeira e agora entro fácil em parafuso. Quero uma mulher imatura, que possa adoecer e se recuperar do meu lado. Uma mulher que me provoque quando não estou a fim. Que dance em minhas costas para me reconciliar com o passado. Que me acalme quando estou no fim do filtro. Que me emagreça de ofensas.
Não me interessa um tempo comigo quando posso dividir a eternidade com alguém.
Quero uma mulher que esqueça o nome de seu pai e de sua mãe para nascer em meus olhos. Em todo momento. A toda hora. Incansavelmente. E que eu esteja apaixonado para nunca desmerecê-la, que esteja apaixonado para não diminuí-la aos amigos.


E eu quero, sim uma mulher perdigueira.

Kiko Pereira

Whisky, cachaça, tequila, rum e REDBULL

Eu fico impressionado com o poder de convencimento da internet. Realmente essa ferramenta veio pra revolucionar o mundo e tem demonstrado seu poder quase que infalível. Parece uma grande loja de departamentos, onde são disponibilizados todos os tipos de mercadoria. Um prato cheio pra quem gosta de fartura.

Contudo, temos que enxergar que coisas sombrias e um tanto quanto inusitadas acontecem por aí. Lembro bem de um movimento feminino que teve, onde um e-mail era disparado para a trupe das mulheres. Este e-mail dizia mais ou menos assim: “Onde você guarda sua bolsa quando chega em casa? Responda essa pergunta apenas colocando o local no perfil do Orkut, no MSN, no Facebook e demais redes sociais. Um detalhe: não divulguem este e-mails pros homens para eles ficarem curiosos.”

Acreditem: consegui enxergar um grupo de meninas saltitando, batendo palmas e dando gritinhos agudos e irritantes (a tradução dos gritos é “amigas somos demais!!!”) comemorando o sucesso da operação. Daí vêm as indagações, meninas:

Qual o objetivo disso? Quem conseguiu iludi-las que isso seria eficaz? E hoje? O que isso trouxe pra vocês?

Algum tempo depois e me deparo com várias meninas colocando nas frases do Orkut: “Redbull”, “Whisky”, “Tequila”, “Gim”, “Rum”, etc. Vou deixar aqui um Link da possível fonte dessa “nova” “moda” feminina. É um texto que fala sobre mulher versus bebida, associando personalidade feminina ao tipo de bebida. Na lista não tem Redbull, o que me fez pensar numa possível leitura de personalidade da mulher que se identificou como tal:

1) As santinhas que não bebem ou que pensam que se associar o nome à bebida alcoólica serão excomungadas.

2) Aquelas que pensam que estão tão acima dos homens que eles terão que criar asas para alcançá-las

No fim aprendi uma coisa: não misture mulher com bebida, bolsas e, principalmente, internet! O resultado é daí pra pior. Prefiro confiar no brother abaixo:


Pô, mulherada... Acorda aí, né? Vocês não aprendem nunca!

O som do silêncio

A gênese do stress acontece quando o despertador toca. Daí em diante tudo é caos. Um familiar prepara o café na cozinha, cada tilintar de talher ou xícara soa como um martelo agredindo um prego. O telejornal matinal anuncia mais uma morte, mais um evento na cidade e finaliza com as notícias do esporte. Nada é captado pela mente, mas tudo é ouvido. Paz. Momento de entrar no banheiro. Espere... Eu disse paz? Não. O acender da luz, o clique do interruptor, o ranger do registro do chuveiro, o som da resistência que faz a água esquentar, a água caindo e finalmente o frasco do xampu cai no chão quando você tenta apanhá-lo no suporte. – Uma explosão – diz seu cérebro, mas não. Apenas foi o frasco do xampu caindo no chão. Daí vem o barulho da roupa sendo passada, os estalos ressoam no interior do ferro de passar roupas. Começa o noticiário nacional. Mais mortes, mais eventos, notícias internacionais e, finalmente, esportes. A porta é aberta. “Tchau, pai. Tchau, mãe”. Mais sons. O velho elevador desce lentamente. Um esboço de silêncio. Mas só um esboço. No abrir da porta as mesmas expressões estão agora diante de seus olhos. “Bom dia” é o máximo que é dito. O clímax do dia é atingido no ponto de ônibus trivialmente lotado. Pessoas falam e falam. Falam dos problemas, das conquistas, do time X, do time Y. Todos os dias. Carros, carros e mais carros. Um coral automobilístico. Tem tenores, barítonos, contraltos e sopranos. Entoam a canção do barulho. São bons no que fazem. Então vem o trabalho. Pessoas andando, barulho de sapatos femininos (ou não), telefone tocando, teclas sendo batidas, impressoras, chefe, o telefone toca novamente, música no celular, música no computador, fofoca, intriga, elevador, refeitório, mais talheres, mais marteladas, volta ao telefone, à música no celular, música no computador, fofoca, intriga, elevador, volta pra casa. O coral de carros está feroz. Trouxeram uma orquestra de metais com ele. Tem corneta, tem sax tenor, barítono e alto. Tem trombone, tem fagote, tem flauta e tem apito. Tudo misturado numa grande e épica ópera da vida cotidiana. De volta ao barulho doméstico. Televisão, novela, jornal, novela, latidos do cachorro de estimação, reclamações do pai, da mãe e da irmã ou irmão. Barulho de teclas, telefone, talheres e pratos reverberando na freqüência mais irritante. Escova de dente, água caindo, abre geladeira, fecha geladeira, sandália arrastando no chão, cama range e pronto. Liga o ventilador e pensa: “Será que nada é capaz de promover o silêncio? Ah, sim! O sono”. E aí você percebe que o relógio faz tic-tac. Cadê o silêncio? Quando souber, por favor, responda.

AVISO

Em virtude de alguns fatos desagradáveis, promovidos por pessoas desagradáveis maravilhosas eu decidi, sem consultar os demais autores, tomar algumas medidas com relação ao Insanoscópio.

Primeiramente, para quem não conseguiu entender, a proposta do blog não é ofender ninguém, nem de mostrar o quanto nós somos superiores (até porque isso NÃO é verdade).

"O blog não tem estilo literário definido, nem assuntos limitados. Vamos falar de tudo e de nada; do velho e do novo; do engraçado e do sério. Ainda assim, vocês vão perceber o estilo de cada escritor de forma muito clara. Lê quem quer ler. Divulga quem curte e acompanha a gente. Se somente nossos amigos acessarem, estaremos no lucro."
Texto retirado da descrição do Insanoscópio, um lugar extremamente difícil de ser localizado e de leitura infinitamente complicada.

Mas esse não é o centro da questão. Acontece que há algum tempo pessoas (sim, mais de uma) têm se utilizado do anonimato permitido pelo blog pra manifestar suas opiniões (vocês poderão acompanhar tudo nos textos antigos). Até aí, "nada" de errado.

O lance é que uma dessas pessoas começou a direcionar acusações que ela não tem o mínimo de fundamento para faze-las. A começar pela falta de coragem de vir até os autores e conversar a respeito (nada mais justo, concordam?). Não entrarei em detalhes. Esse ainda não é o foco desse post.


A partir de hoje (29/11/2010, segunda-feira) não iremos permitir comentários de "Anônimo". Apenas o direito de tréplica do último post será aceito.


Qualquer outro comentário seja elogiando, denegrindo, falando baboseira, inteligente, tapado, engraçado, ofensivo, compassivo, egoísta, altruísta SERÁ DELETADO. E esta decisão nem meus amigos escritores serão capazes (não por falta de capacidade, mas porque entendo que eles compartilharão da mesma ideia que eu) de me convencer do contrário. Se discordarem, whatever.

Então é isso. Quem quer que seja o "Anônimo" fará seu último comentário pra responder o que foi dito por Jehiel e por mim. Se não responder ao assunto em questão o comentário será deletado.


Sem mais,


Kiko Pereira

Where's Wally??


Eu respeito os comentários que chegam ao blog. Acredito que meus amigos compartilham da mesma opinião que a minha. Uma das maiores perdas para o Insanoscópio no atentado, cujo impacto mudou nossa vida, foi, sem sombra de dúvida, os comentários dos leitores assíduos.

Se eu fosse seguir conselhos de alguns eu nem estaria escrevendo esse texto. Mas quero dar a César o que é de César. Algo curioso me chamou a atenção nos últimos posts (ainda que eu tenha me privado de comentar sobre os textos) foi a presença de um novo leitor. Estou falando de Anônimo.

Recheando os textos com seus comentários, este ser demonstrou uma capacidade gigantesca de amar e odiar. Tamanha oscilação de humor poderá ser vista por vocês no decorrer do texto. Sei que podem ser diferentes pessoas, mas vou partir do pressuposto que seja à mesma (ainda que sejam várias pessoas por trás do mesmo nome, existem características comuns entre os comentários).

Tudo me leva a crer (com base nos elogios escritos) que nosso ser oculto é uma mulher. Ok... pode ser um homem utilizando a ferramenta da omissão para se divertir. Vamos analisar as duas possibilidades.

Se for um quase homem eu só consigo pensar na seguinte pergunta: Por que você, homem corajoso, não coloca seu nome? Questiona a “ineficácia” dos escritores quanto ao saldo positivo no campo amoroso / afetivo e não tem sequer a coragem de dizer seu nome. Honrável a sua postura. Eu estranho que você, que deve ser um grande garanhão, tenha tanto tempo de sobra pra vir comentar no blog. Gaste seu tempo com sua (s) mulher (es). É mais louvável estar dando atenção à sua namorada, se é que ela existe.

Caso o nosso “Arauto da Escuridão” seja uma mulher (e as razões para eu pensar que seja uma são bem convincentes)... a coisa está feia pra seu lado, né? Ter que se sujeitar a tal papel pra se fazer notável é porque, como se diz aqui na Bahia, “o bicho ta pegando”, hein? Não me resta nada a não ser pensar que você é um brócolis ressecado, um alface murcho, ou um molho de coentro despedaçado. A sua condição de solteira te afeta tanto que na sua mente essas são as mais eficazes formas de chamar atenção. Parabéns, você conseguiu. Só quero te dar alguns alertas: 1) você vai ficar solteira; 2) você vai ser mais feia que o normal; 3) não estamos nem aí pra você.

A covardia permeia muito mais a sua vida do que a nossa. Todo tema abordado aqui foi, em qualquer grau, experimentado pelos autores. Realmente pela Internet tudo fica fácil de ser dito. É por isso que você tem a oportunidade de se esconder. Estamos a seu dispor para uma franca conversa tète-à-tète, caso você julgue necessário.


Histórico de comentários (agora com comentário!!!) Fiz questão de manter a escrita original ainda que tenha ferido as normas gramaticais de escrita.

Com carinho,

Anônimo... quer dizer... Kiko Pereira



16/11/2010

06:41 - “Me apaixonei pela sua letra!Ass: Sua eterna admiradora” - Temos aqui a mais pura demonstração de carinho, aguardando uma resposta do escritor.

12:25 - “Como eu queria ser esse papel, para você repousar essas suas mãos em mim...” – Mais uma tentativa, sendo mais explícita com relação ao que sente (observem que o desespero é visível pelo “curto” espaço de tempo entre um comentário e outro).

18/11/2010


05:54 - “Vocês são românticos lindos e escrevem bem, não sei como é que ainda estão solteiros.” – Impressionada com o grau de romantismo dos blogueiros demonstra com palavras o quão injusto é o estado de solteiro. Foi uma espécie de “Meninas, fiquem atentas!!!”

09:39 - “Realmente os últimos post foram bem melancólicos, APESAR DE hoje ser bem raro encontrar garotos com essa sensibilidade e percepção da realidade, de tal forma que essa característica singular muito embeleza os textos [e talvez a pessoa, não sei, não conheço] de vocês. Parabéns, meninos.” – Mais uma tentativa de aproximação.

19/11/2010

09:04 - “Vcs escrevem muito bem. Parecem estarem apaixonados hem...rsrs” – Aqui fiquei na dúvida se foi a mesma pessoa... fugiu do padrão dos comentários.

10:34 - “Interessante é ver que nas palavras mandam tão bem, porém quando precisam tomar alguma atitude comem mosca. O que falta em vocês é ousadia, não no sentido pejorativo, mas no sentido de ter coragem de arriscar.” – Aqui já é possível enxergar a indignação e desespero da nossa “Princesa da Noite”. Ao contrário de nós, ela teve ousadia o suficiente pra se prestar a esse papel.

21/11/2010

18:03 - “Gérsica Bagano,não penso assim.Não confunda romantismo com covardia de chegar em uma menina.É como dizem,falar,qualquer um fala,ainda mais na Internet com tantos recursos a serem utilizados. Pq na prática ainda estão solteiros?Quem conhece sabe das meninas que eles desejam, e pq eles não têm a coragem de chegar até elas e falar todas essas coisas?Sejam homens por completo e não só pra escrever na Internet.” – Após a tentativa de defesa por parte de uma menina, Anônimo fica indignado (a) e entra com tudo!!!

Quarta-feira verde do Extra

Quero deixar claro que o post contém trechos que podem ofender algumas mulheres e render certas retaliações para mim. Mas entendam que o exemplo que dei foi baseado na minha conversa. A visão exposta aqui pode servir pra vocês mulheres!!!

Num bate-papo casual com uma amiga (casada e preocupada com minha solteirisse) no MSN, me deparei com o seguinte diálogo:

[Amiga]: Quiquinho, como você está?

[Kiko]: Oi [não vou divulgar o nome da pessoa]!!! Tudo bem, sim! E você?

[Amiga]: To bem!!! Conte-me, o coração como está?

[Kiko]: Muito bem, por sinal. Ta até me pedindo uma “coraçoa”! Heuhehuehue!!!

A conversa vai seguindo seu rumo e de repente ela me diz:

[Amiga]: Vocês homens complicam demais (...) Mas vocês ainda estão na vantagem...

[Kiko]: Como assim estamos em vantagem?

[Amiga]: A oferta pra vocês é muito maior. As coisas ficam mais fáceis.

[Kiko]: A oferta é grande, mas é que nem a “Quarta-feira Verde” do Extra. Na propaganda a fartura e a qualidade são supervalorizadas. Na hora H só a fartura permanece... a qualidade é difícil de ser encontrada.

A conversa termina com muita risada e comentários sobre o assunto.

O lance todo desta situação está no fato das pessoas sempre tentarem ajudar quem está sem namorada (o) a qualquer custo. Uma atitude louvável quando se avalia na esfera da amizade, mas algumas peculiaridades fazem esta atitude perder sua eficácia:

1- Geralmente, quem tenta arrumar alguém para “preencher” o espaço no coração de alguém já tem o seu preenchido. Nunca vi um solteiro se matando pra achar alguém pra o amigo ou amiga, a não ser que este seja um caso perdido. Com isso, o amigo que tenta promover perde o conhecimento da vida ímpar.

2- Essa pessoa não enxerga a pessoa indicada como alguém que aquela encararia, caso estivesse na condição de solteira. É um fato.

3- Por viverem as maravilhas da vida a dois nossos amigos perdem a noção do que promove a aproximação de duas pessoas: a identificação inicial, o coração acelerando, frio na barriga, a vontade de estar sempre perto. Enfim, os principais elementos catalisadores de um romance que, em tese, será eterno. Nós, chamados de amantes à moda antiga, somos taxados como complicados, exigentes demais, apáticos e algumas vezes de coisas piores.

Deixo aqui meu alerta aos pragmáticos. Não troquem a essência dos sentimentos, nem o prazer de senti-los pela simples necessidade de ter. Valorizem a etapa inicial de um romance. Ali é que são estabelecidas as bases do relacionamento.



Kiko Pereira

O Insanoscópio

O blog não tem estilo literário definido, nem assuntos limitados. Vamos falar de tudo e de nada; do velho e do novo; do engraçado e do sério. Ainda assim, vocês vão perceber o estilo de cada escritor de forma muito clara. Lê quem quer ler. Divulga quem curte e acompanha a gente. Se somente nossos amigos acessarem, estaremos no lucro.

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